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Seminário: projetos de Energia no Sul do País

Seminário: projetos de Energia no Sul do País

O Movimento dos Atingidos por Barragens – MAB, o Sindicato dos Eletricitários de Florianópolis e Região – Sinergia e Amigos da Terra Brasil, estão promovendo o Seminário sobre os projetos de energia e suas conseqüências, em Cerro Negro / SC, nos dias 18 e 19 de novembro de 2009. O Seminário tem o objetivo de promover o debate sobre os projetos de energia e outros grandes projetos nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, a partir das experiências acumuladas dos movimentos e na perspectiva da construção de um projeto popular para o Brasil.

O seminário acontece na comunidade Araçá, local onde está prevista a construção da barragem da Usina Hidrelétrica Garibaldi, e busca envolver representantes do governo Federal e Estadual, estudiosos do Setor Elétrico, Movimentos Sociais, população ameaçada pelos projetos na região e outros grupos interessados no tema.

Além de analisar o atual cenário de crise e as perspectivas dos movimentos sociais, o seminário propõe debater o modelo de desenvolvimento proposto através dos projetos de energia. Será discutido o papel do BNDES na implantação dos grandes projetos e a política social e ambiental no tratamento aos atingidos. Também está contemplado na programação um espaço para depoimentos dos diversos movimentos e organizações de pessoas atingidas por grandes projetos (de energia, mineração, monoculturas, entre outros) e a construção de estratégias conjuntas de luta.

Desenvolvimento Regional? Energia para quê e para quem?

A Bacia do Rio Uruguai abrange 384 municípios do estado do RS e Santa Catarina, tem aproximadamente 384.000 Km2, dos quais cerca de 174.000 km2 em território brasileiro. Atualmente existem 7 grandes barragens em operação na Bacia do Rio Uruguai: Itá, Machadinho, Barra Grande, Campos Novos, Foz do Chapecó, Passo Fundo e Monjolinho, todas na mão de grandes multinacionais que dominam a região. Juntas estas usinas tem um faturamento entre a geração e a distribuição de 5,8 bilhões de reais. As maiores empresas são: ALCOA Alumínio, dos Estados Unidos, Grupo Tractebel Suez da França, Vale, Bradesco, Votorantim e Camargo Correia.

A construção das barragens sempre soou aos ouvidos da população local como sinônimo de desenvolvimento e geração de empregos, porém, na prática o que vem se observando é um empobrecimento dos municípios atingidos e grande aumento do êxodo rural, uma vez que as barragens têm inviabilizado a produção e reprodução da pequena agricultura. Em municípios como Mariano Moro, Marcelino Ramos e Aratiba, onde os habitantes vivem quase que exclusivamente da produção agrícola ou estão de alguma forma ligados a ela, a população tem demonstrado grande revolta com fatos ocasionados após a construção da usina de Itá.

No que se refere à geração de empregos, observa-se que no período da construção da usina há aumento de postos de trabalho na região, porém, com o término das instalações há diminuição do emprego, isto por que muitas famílias de pequenos agricultores migram para outras localidades. Durante a construção da usina de Ita, 2.500 empregos diretos foram criados, atualmente a TRACTEBEL possui pouco mais de 800 funcionários em todo o Brasil.

Mais informações e Inscrições: 48 3879-3011 (Júlia), 48 8829-5929 (Sigval), 54 8852-4256 (Rosana)

PROGRAMAÇÃO DO SEMINÁRIO
Dia 18
9:00 – Abertura
10:00 – Análise do Momento, Crise, Cenário e Perspectivas
14:00 – UHEs e PCHs no RS e SC: Desenvolvimento para que e para quem?
16:00 – A atuação do BNDES na implantação dos grandes projetos
Dia 19
8:30 – Política Social e Ambiental no Tratamento às Populações Atingidas
10:00 – Experiências de Organização e Lutas dos Atingidos
14:00 – Desafios e Perspectivas de Lutas
16:00 – Encerramento

MAB – Movimento dos Atingidos por Barragens
A história dos atingidos por barragens no Brasil tem sido marcada pela resistência na terra, luta pela natureza preservada e pela construção de um  Projeto Popular para o Brasil que contemple  uma nova Política Energética justa, participativa, democrática e que atenda aos anseios das populações atingidas, de forma que estas tenham participação nas decisões sobre o processo de construção de barragens, seu destino e o do meio ambiente.

Amigos da Terra Brasil
O Núcleo Amigos da Terra Brasil é uma ONG que há mais de 40 atua na defesa do meio ambiente no Brasil. Como membro nacional da Federação Internacional Friends of the Earth, tem como lema resistir, mobilizar e transformar na construção de sociedades sustentáveis.

Sinergia – Sindicato dos Eletricitários de Florianópolis e Região
O Sinergia tem como concepção de luta a atuação independente, autônoma e classista, buscando não só defender os interesses específicos dos eletricitários, como também contribuir para a luta geral em defesa de todos trabalhadores. Para tanto, se relaciona com sindicatos e movimentos sociais do campo e da cidade na perspectiva de uma sociedade onde todos os seres humanos possam viver com dignidade.

AMIGOS DA TERRA BRASIL

www.natbrasil.org.br

Tel 51 33328884

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Participe do CURSO/MUTIRÃO CASANAT sobre Instalação de Sistemas de Separação e Tratamento Biológico de Efluentes na Cidade

 

                                      Amig@s!

 A CaSaNAT, que abrigará a nova sede dos Amigos da Terra, está em obras.

Da concepção à utilização do imóvel, passando pela implementação das estratégias de sustentabilidade e captação de recursos, nosso desejo é envolver a comunidade, sócios, simpatizantes e usuários como parceiros na realização desse sonho.

E chegou o momeno de participar, fazer uma formação no tema da gestão das águas em edificações urbanas e colocar a mão na massa para implementar o Sistema de Separação e Tratamento Biológico de Efluentes na CaSaNAT!

PROGRAMA:

Dia 27/11, sexta-feira, das 18 às 20:30hs: Curso Teórico, com:

Letícia Rodrigues e Fernando Campos Costa – da equipe de arquitetos CaSaNAT (Construção e Arquitetura Sustentável para o Núcleo Amigos da Terra) – A GESTÃO DAS ÁGUAS NO PROJETO CASANAT

 Davi Capua e Daltro de Deus Pereira – educador ambiental e engenheiro civil da ONG H2O Prama – O PAPEL DA SOCIEDADE CIVIL NA IMPLEMENTAÇÃO DA LEI 10.506 QUE INSTITUI O PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO, USO RACIONAL E REAPROVEITAMENTO DAS ÁGUAS EM PORTO ALEGRE.

Luis Ercole – Eng. Sanitarista e Dr. em Engenharia pelo NORIE/UFRGS, representante dos Amigos da Terra no Comitê Gestor da Lei 10.506 – O USO DE SISTEMAS DE SEPARAÇÃO E TRATAMENTO BIOLÓGICO DE FLUENTES EM MEIOS URBANOS.

Dia 28/11, sábado, a partir das 10hs, Mutirão no Jardim da CaSaNAT:

  •     Conhecendo o fluxo das águas na CaSaNAT
  •     Instalação do sistema de caixas coletoras e de tratamento das águas cinzas e negras
  •     Desenho e implementação do leito de evapotranspiração no jardim 

CONTRIBUIÇÃO SUGERIDA:

   Estudantes: R$ 20,00

  Profissionais: R$ 40,00

 INSCRIÇÕES:

  Através do endereço eletrônico: leticia@natbrasil.org.br ou pelo telefone 3332 8884 (à tarde)

  Informe seu nome, formação, telefone e email e o valor da sua contribuição.

   Todo o valor arrecadado será revertido para a compra de materiais a serem utilizados na obra, tornando os participantes parceiros de mais esta etapa de construção da CaSaNAT

Número de vagas: 25 

ENDEREÇO:

A CaSaNAT fica na rua Olavo Billac, 192, na Cidade baixa, entre a Av. Lima e Silva e a AV. José do Patrocínio. 

A casa, construída na década de 20 e cedida pelo Patrimônio da União, abrigará a nova sede dos Amigos da Terra, o Centro de Documentação Magda Renner, e um Centro de Referência em Edificações Sustentáveis em Meio Urbano.

Saiba mais sobre o Projeto CaSaNAT em: http://www.natbrasil.org.br/casa_nat/index1.html

AMIGOS DA TERRA BRASIL

www.natbrasil.org.br

Tel. (51) 3332 8884

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Amigos da Terra ministra curso na UNISC

A Unisc está promovendo mais um curso na área de capacitação de recursos humanos relacionados à cadeia produtiva de biocombustíveis. O curso será ministrado pelo Frei Sérgio Grögen, do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), e Lúcia Ortiz, da Organização Amigos da Terra, que abordará aspectos críticos à expansão das monoculturas energéticas e experiências positivas de produção diversificada e consumo descentralizado.na promoção da soberania energética e alimentar.

O tema do curso será Cooperativismo na produção de biocombustíveis e implicações ambientais da atividade e abordará aspectos como o cooperativismo, a forma de empreendimento e as conseqüências ambientais relacionadas à expansão da atividade. O curso inicia às 19h de sexta-feira, 23 de outubro, na sala 1820, bloco 18 do campus de Santa Cruz do Sul, e seguirá no sábado, manhã e tarde.

Ao todo são 35 vagas. Maiores informações pelo telefone (51) 3717-7343.ou na Secretaria de Pós-Graduação e Extensão da Unisc, no bloco 1 do campus sede.

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TERÇA ECOLOGICA DEBATE: ENERGIA SOLAR

TERÇA ECOLOGICA DEBATE: ENERGIA SOLAR

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DECLARAÇÃO PÚBLICA

DECLARAÇÃO PÚBLICA

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REDD: POSIÇÃO DOS AMIGOS DA TERRA BRASIL SOBRE MERCADO DE CARBONO DE FLORESTAS TROPICAIS

Carta de Belém

Somos organizações e movimentos sócio-ambientais, trabalhadores e trabalhadoras da agricultura familiar e camponesa, agroextrativistas, quilombolas, organizações de mulheres, organizações populares urbanas, pescadores, estudantes, povos e comunidades tradicionais e povos originários que compartilham a luta contra o desmatamento e por justiça ambiental na Amazônia e no Brasil. Reunimos-nos no seminário “Clima e Floresta – REDD e mecanismos de mercado como solução para a Amazônia?”, realizado em Belém em 02 e 03 de outubro de 2009, para analisarmos as propostas em curso de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD) para a região à luz de nossas experiências sobre as políticas e programas implementados na região nas últimas décadas. Nesta Carta vimos a público manifestar nossa reivindicação que o governo brasileiro rejeite a utilização do REDD como mecanismo de mercado de carbono e que o mesmo não seja aceito como compensação às emissões dos países do Norte.
Rechaçamos os mecanismos de mercado como instrumentos para reduzir as emissões de carbono, baseados na firme certeza que o mercado não é o espaço capaz de assumir a responsabilidade sobre a vida no planeta.A Conferência das Partes (COP) e seus desdobramentos mostraram que os governos não estão dispostos a assumir compromissos públicos consistentes, transferem a responsabilidade prática de cumprimentos de metas, além do que notoriamente insuficientes, à iniciativa privada. Isso faz com que, enquanto os investimentos públicos e o controle sobre o cumprimento de metas patinem, legitima-se a expansão de mercado mundial de CO2, que aparece como uma nova forma de investimento

FETRAF – Federação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar do Brasil
FMAP – Fórum Mulheres Amazônia Paraense
FORMAD – Fórum Mato-Grossense pelo Desenvolvimento e Meio Ambiente
Fórum BR 163
Fórum Carajás
Fundo Dema
GIAS – Grupo de Intercâmbio em Agricultura Sustentável do Mato Grosso
GMB – Grupo de Mulheres Brasileiras
IAMAS – Instituto Amazônia Solidária e Sustentável
Instituto Terrazul
MAB – Movimento dos Atingidos por Barragens
Malungu – Coordenação das Associações das Comunidades Remanescentes de Quilombos do Pará
MAMEP – Movimento e Articulação de Mulheres do Estado do Pará
MMM – Marcha Mundial das Mulheres
MMNEPA – Movimento de Mulheres do Nordeste Paraense
MMTA-CC – Movimento das Mulheres Trabalhadoras de Altamira Campo e Cidade
Movimento Xingu Vivo para Sempre
MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra
RBJA – Rede Brasileira de Justiça Ambiental
Rede Brasil sobre Instituições Financeiras Multilaterais
REBRIP – Rede Brasileira pela Integração dos Povos
RECID – Rede de Educação Cidadã
Rede Cerrado

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II ENCONTRO SOBRE FENÔMENOS NATURAIS, ADVERSIDADE E MUDANÇA CLIMÁTICA NA REGIÃO SUL

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PROGRAMAÇÃO – II ENCONTRO SOBRE FENÔMENOS NATURAIS, ADVERSIDADE E MUDANÇAS CLIMÁTICA NA REGIÃO SUL

PROGRAMAÇÃO DO  

II ENCONTRO SOBRE FENÔMENOS NATURAIS, ADVERSIDADES E MUDANÇAS CLIMÁTICAS DA REGIÃO SUL.

  

II EFAMuC

 

DATA:

07 e 08 de Outubro de 2009 (com complementação no dia 09).

 

LOCAL:

Auditório/Salão do Grêmio Fronteira (capacidade para mil (1000) pessoas sentadas) no centro de Araranguá. Stands com material eco-turísticos e de entidade sociais serão instalados dentro do salão. Haverá sala especial para exibição de documentários sobre mudanças climáticas e restaurante/bar aberto em tempo integral.

OBJETIVO GERAL:  

Conscientização da população afatada pelas frequentes e intensas ocorrências de Fenômenos Naturais, Adversidades e Mudanças Climáticas especificadamente na região entre o Oceano Atlântico e a Serra Geral da costa Catarinense, abrangendo as bacias hidrográficas localizadas entre o Vale do Mampituba (Divisa entre SC e RS) e o Vale do Itajaí (Blumenau). Considerando ainda as prolongadas estiagens que ocorrem no entorno da citada região, tanto em Santa Catarina quanto no Rio Grande do Sul.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

1.     Promover debates, informação e esclarecimento sobre aspectos preventivos e de adaptação às populações que vivem em áreas afetadas pelas adversidades e mudanças climáticas na região Sul; 

2.     Elaborar documentos direcionados aos governos para que passem a comprometer-se com a instalação de infra-estrutura adequada e a investir em adaptação e pesquisas sobre a peculiar vulnerabilidade climática na região;

3.     Dar voz às comunidades afetadas pelas mudanças climáticas e seus efeitos climáticos extremos na região sul para que suas demandas sejam reconhecidas também a nível nacional e internacional, visibilizando-as nos vários processos voltados a temática, como por exemplo, nas negociações multilaterais da COP 15, em Copenhague no final do ano;

4.     Contribuir, desde esta região vulnerável e afetada no Sul do Brasil e suas comunidades, no fortalecimento de um movimento mundial de afetados pelas mudanças climáticas que reclama reconhecimento e alternativas de adaptação e já se mobiliza na formação de resistência e soberania energética e alimentar no nível local.

JUSTIFICATIVA

Araranguá foi o epicentro do Furacão Catarina, o primeiro furacão registrado no Atlântico Sul, em 28 de Março de 2004, situa-se na região litorânea do sul de Santa Catarina, entre as bacias do rio Mampituba, que faz divisa entre SC e RS, e do Vale do Itajaí, também castigada por desastres climáticos e que despertaram a solidariedade nacional em Novembro de 2008. Entre estes dois extremos, encontrasse uma planície que tem ao Leste o Oceano Atlântico e ao Oeste a encosta da Serra Geral com os maiores canyons da América do Sul. Destaca-se também a região carbonífera de Criciúma, Tubarão, Laguna e da Grande Florianópolis. A região é reconhecida, por sua geografia e relevo diferenciado, como uma área de grande vulnerabilidade aos eventos climáticos extremos que já se intensificam e devem se tornar mais freqüentes com o aquecimento do Planeta.

Em 2005, o I Encontro sobre Fenômenos Naturais, Adversidades e Mudanças Climáticas na Região Sul reuniu mais de 700 participantes locais, nacionais e internacionais no debate e na busca por informações sobre estes fenômenos, suas causas, conseqüências e estratégias de adaptação. Em 2009 espera-s reunir um público de educadores das redes Municipais e Estadual, universitários, acadêmicos, gestores públicos, a defesa civil, a classe política, comunidades afetadas pelos eventos climáticos extremos, agricultores, ONGs e movimentos sociais  e movimentos de mulheres, visando:

REALIZAÇÃO:

A realização de evento está a cargo da Câmara Temática do Meio Ambiente do Fórum de Desenvolvimento do Extremo Sul Catarinense (FDESC) sob a Coordenação da ONG Sócios da Natureza, da Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense (AMESC), do Núcleo Amigos da Terra/Brasil, Secretaria de Desenvolvimento Regional (22ªSDR), da Prefeitura Municipal de Araranguá (PMA) e do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Araranguá (CGBHRA).

Conta também com o apoio das seguintes organizações e coletivos: Assembléia Legislativa do Estado de Santa Catarina (ALESC), Centro de Apoio Socioambiental (CASA), Rede Brasileira de Justiça Ambiental (RBJA), Amigos da Terra Internacional, Defesa Civil de Santa Catarina, Movimento Pró-Araranguá (MPA), Instituto da Cidadania de Araranguá (ICANMP), Pró-Comitê da Bacia do Mampituba e Federação de Entidades Ecologistas Catarinenses (FEEC).

PROGRAMAÇÃO RESUMIDA:

OBS. I – Haverá no hall de entrada do Grêmio Fronteira uma instalação do artista plástico Edi Balodi com apoio do também artista Alex Rocha.

OBS. II – No local também haverá exposição de temas relacionados ao meio ambiente, educação e ecoturismo  da AMESC, IF-SC, Resistência Santa Cruz, Amigos da Terra e Município de Araranguá.

DIA 07 DE OUTUBRO – QUARTA-FEIRA

9:00 –ABERTURA

9:30 – PAINEL DE ESPECIALISTAS:

O que está acontecendo com o clima na região quais são os prognósticos científicos? Quais são e como responder às vulnerabilidades regionais às mudanças climáticas?

14:00 – PAINEL DE TESTEMUNHOS

Como o clima está mudando para as pessoas e comunidades da região Sul? Depoimentos de vítimas e afetados pelos eventos climáticos extremos na região.

16:00 – ATIVIDADES SIMULTÂNEAS DE INTEGRAÇÃO

Palestra Educação e Mudanças Climáticas

Sessão de Vídeos sobre Justiça Climática 

Grupos de Trabalho Temáticos 

19:00– AUDIÊNCIA PÚBLICA 

Mudanças Climáticas e o Código Florestal

DIA 08 DE OUTUBRO – QUINTA-FEIRA 

9:00 – PAINEL SOBRE POLÍTICAS PÚBLICAS 

Políticas públicas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas.  

Posições e expectativas para as negociações internacionais do clima em Copenhague (COP15)  

14:00– PAINEL DOS ATORES ENGAJADOS NAS MUDANÇAS 

Depoimentos sobre iniciativas em curso para mitigação e adaptação às mudanças climáticas: os atores e os elementos da transição  

16:30 – PALESTRA DE ENCERRAMENTO 

Visões positivas para o clima e para a Terra  

18:00 – Aprovação da Carta do II Encontro e Celebração 

DIA 09 DE OUTUBRO – SEXTA-FEIRA 

9:00- 12:00 – REUNIÃO DOS ORGANIZADORES PARA AVALIAÇÃO E ENCAMINHAMENTOS

PROGRAMAÇÃO DETALHADA  

DIA 07 DE OUTUBRO – QUARTA-FEIRA 

8:00 – 9:00 – CADASTRAMENTO DOS PARTICIPANTES, DISTRIBUIÇÃO DE MATERIAL  

9:00 – 9:30 – ABERTURA  

         Boas vindas e pronunciamento dos organizadores e das autoridades sobre expectativas para o evento

         Mística (música, teatro, celebração ecumênica) 

9:30 – 12:00 – PAINEL DE ESPECIALISTAS  

O que está acontecendo com o clima na região e quais os prognósticos científicos?  

Quais são e como responder às vulnerabilidades regionais às mudanças climáticas?  

Moderação: Tadeu Santos (ONGSN) e Jobson Martinho (Amesc) 

Painelistas: 

•   Wagner Soares – CPTEC/INPE. As causas e conseqüências das Mudanças climáticas e previsões para a região sul 

•   Ruben Junqueira Villela – IAG / USP. O inesperado Furacão Catarina

•   Luiz Fernando Scheibe – UFSC. Vulnerabilidades e impactos do clima na zona costeira 

•   Juares Aumond – FURB, A maior tragédia Geoclimática da História Brasileira 

•   Marcelo Calazans – FASE/RBJA, O elixir mágico da tecnologia e o impacto das falsas soluções climáticas sobre os territórios 

12:00 – 12:30 QUESTÕES DO PÚBLICO  

PAUSA PARA ALMOÇO 

14:00 – 16:00 – PAINEL DE TESTEMUNHOS  

Como o clima está mudando para as pessoas e comunidades da região Sul? Depoimentos de vítimas e afetados pelos eventos climáticos extremos.

Moderação: Ernani Palma Ribeiro (Prefeitura de Araranguá e Defesa Civil) Carolina Herrmann ( Amigos da Terra Brasil) 

Testemunhos:

•   Populações afetadas em Santa Catarina

•   Populações afetadas no Rio Grande do Sul 

•   Testemunhos nacionais e internacionais 

•   Testemunhos e intervenções do público 

16:00 – 18:00 – ATIVIDADES SIMULTÂNEAS DE INTEGRAÇÃO DOS PARTICIPANTES  

Palestra Sobre  Educação e Mudanças Climáticas (Salão Principal), com:  

•   Daniel José da Silva – UFSC, As mudanças climáticas e a teoria do colapso: oportunidades de aprendizagem

Sessão de Vídeos sobre Justiça Climática (Sala de Vídeos)

Grupos de Trabalho Temáticos (espaços diversos):  

  • GT Energia e Mudanças Climáticas  
  • GT Cidades e Mudanças Climáticas  
  • GT Comunicação e Mudanças Climáticas
  • GT Adaptação às Mudanças Climáticas / Repostas aos desastres climáticos  

PAUSA PARA O LANCHE 

19:00 – 22:00 – AUDIÊNCIA PÚBLICA  

Mudanças Climáticas e o Código Florestal  

Moderação: Leonardo Carvalho (UFSC) 

Palestrantes: 

•    Darlan A. Dias – Ministério Público Federal MPF – A questão legal e impactos dos códigos estaduais 

– Ministério do Meio Ambiente , Florestas e clima

•   Felipe Amaral – Istituto Biofilia, As pressões das negociações do clima sobre o código florestal 

•    Ruben Nodari – UFSC, O Código de Santa Catarina, incoerências e conseqüências 

Debatedores:

•   Pery Neto – Federação das Entidades Ecologistas Catarinenses  (FEEC)

•   Nicolau Cardoso Neto – Movimento por um Código Ambiental Legal  (MOVICAL) 

•   Representante da Via Campesina do Rio Grande do Sul 

DIA 08 DE OUTUBRO – QUINTA-FEIRA  

9:00 – 9:30 – RELATOS E QUESTÕES DOS GRUPOS DE TRABALHO PARA O PAINEL    

9:00 – 12:00 – PAINEL SOBRE POLÍTICAS PÚBLICAS

Políticas públicas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas.  

Posições e expectativas para as negociações internacionais do clima em Copenhage  

Moderação: Décio Góes (Comissão de Mudanças Climáticas da ALESC) e Djalma Santos Niles Coordenador da Defesa Civil da 22ª SDR 

Painelistas:

•   Leodegar Tiscoski – Secretário Nacional de Saneamento do Ministério das Cidades 

•    Suzana Kahn –  Secretária Especial para Mudanças Climáticas do Ministério do Meio Ambiente  MMA 

•   Emma Giada Matschinske – Capitão da Divisão de Previsões Ambientais da Marinha

•    Rubens Born – Vitae Civilis / GTClima do FBOMS 

•   Eduardo Giesen – CODEFF Amigos da Terra Chile

12:00 – 12:30 QUESTÕES DO PÚBLICO  

PAUSA PARA ALMOÇO 

14:00- 16:00 – PAINEL DOS ATORES ENGAJADOS NAS MUDANÇAS  

Depoimentos sobre iniciativas em curso para mitigação e adaptação às mudanças climáticas: os atores e os elementos da transição  

Moderação: Lúcia Ortiz ( Amigos da Terra Brasil) e Zezé (CUFA-RJ/ RBJA)

Depoimentos:

•   de Santa Catarina 

•   do Rio Grande do Sul 

•   dos atores nacionais e internacionais

•   intervenções do públic0

16:00- 18:00 – PALESTRA DE ENCERRAMENTO

Visões positivas para o clima e para a Terra  

Palestrantes (convidados): 

Mario Motta – CBN e RBS / SC

Lama Padma Samten – Instituto Caminho do Meio

OBS. Distribuição do CERTIFICADO DE PRESENÇA assinado pela Coordenação do II EFAMUC, Gerência de Educação da 22ª GERED e pela Secretaria Educação do Município de Araranguá. 

18:00- 18:30 – Leitura e Aprovação da Carta Política do II Encontro e Celebração  

DIA 09 DE OUTUBRO – SEXTA-FEIRA  

9:00 – 12:00 – REUNIÃO DE AVALIAÇÃO E ENCAMINAHMENTOS  

Redação final e encaminhamentos dos documentos e demandas do encontro baseadas nos apontamentos e avaliações da equipe de relatoria (Eliane, Jacque, Tzam, Valéria, Aurélia e Fernando), para a coordenação a ser realizado em outro local. Se houver patrocínio haverá um almoço de confraternização. 

II EFAMuC  

Coordenação Geral:  

Câmara Temática do Meio Ambiente do Fórum de Desenvolvimento do Extremo Sul Catarinense / FDESC (Sob a coordenação da ONG Sócios da Natureza). 

Realização:  

Sócios da Natureza ONGSN / FDESC (Tadeu Santos) 

AMESC (Jobson Martinho) 

Amigos da Terra Brasil – NAT (Lúcia Ortiz e Carolina Hermann). 

22º SDR – Defesa Civil Regional (Sargento Niles) 

Prefeitura Municipal de Araranguá (Leonardo Tiscoski) 

Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Araranguá (Ernani Palma Ribeiro)

Patrocinadores:  

Associação dos Municípios do Extremo Sul de Santa Catarina (AMESC), Prefeitura Municipal de Araranguá (PMA), Centro de Apoio Sócio Ambiental (CASA), Secretaria de Desenvolvimento Regional (SDR) – Governo do Estado de SC, Rede Brasileira de Justiça Ambiental (RBJA), Defesa Civil Estadual (DEDCCODE), Comitê de Bacia Rio Araranguá (CGBHRA), Amigos da Terra Internacional, Assembléia Legislativa do Estado de Santa Catarina (ALESC)

 Apoio:

UFSC, UNESC, UNISUL Araranguá, IF-SC Araranguá, GEREI de Araranguá, Criciúma, Tubarão, Grande Fpolis, Itajaí e Blumenau. Instituto da Cidadania de Araranguá (ICANMP), Movimento Pró-Araranguá (MPA), Federação das Entidades Ecologistas Catarinenses (FEEC), Pró-Comitê da Bacia do Mampituba.

Organização:  

Zions Comunicação e Eventos

Inscrções Grtuitas através do link: 

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Dia internacional de luta contra as monoculturas de árvores – 21 de setembro – estréia do filme “Vamos comer eucalipto”

Devido ao dia 21 de setembro é o dia internacional de luta contra as monoculturas árvores;

Devido a ofensiva do setor da celulose e papel sobre o Pampa gaúcho: criação da “nova” empresa Fibria (VCP e Aracruz); autorização para compra da Azenglever (empresa laranja) pela Stora Enso; e a tentativa de aprovação de um “novo” Zoneamento Ambiental da Silvicultura (carinhosamente conhecido como Zoneamento Fiergs) no CONSEMA;

Devido a articulação que diversas organizações ambientalistas e movimentos sociais vem fazendo para contrapor o avanço ilegal da silvicultura sobre o Pampa;

As entidades que compõe a coordenção da APEDeMA, juntamente com outros parceiros, estará promovendo em POA a estréia do filme “Vamos comer eucalipto” (produção Sueca), mostra do filme Mulheres em luta por Soberania Alimentar e Energética, bem como o lançamento do livro “Eucaliptais- QUal o Rio Grande do Sul que desejamos?”
A atividade ocorrerá dia 21/09 as 19hs no CineBancários.

Convidamos a todas e todos a se somar nesta luta, desenvolvendo também ações para marcar tal dia.

Dia internacional de luta contra as monoculturas de árvores
Setembro 18, 2009 in Uncategorized | Tags: Desertos Verdes, Dia internacional de luta contra monoculturas de árvores, monólogo monocultural, Monoculturas de Eucaliptos, Pampa, Pul, Pulp & Paper | Leave a comment (Edit)

ASSEMBLÉIA PERMANENTE DE ENTIDADES EM DEFESA DO MEIO AMBIENTE
Coordenação Executiva Biênio 2009-2011
Núcleo Amigos da Terra Brasil – Instituto Biofilia – Centro de Estudos Ambientais

Contatos
Telefone (51) 81623307 / 96056309 / 91526588
Email: apedemars@gmail.com
Site: http://www.apedemars.org.br

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