EQUADOR – Ambientalistas denunciam a petroleira British Petroleum (BP) por derramamento no Golfo do México (OILWATCH SUDAMERICA)

Agência Venezuelana de notícias
Caracas, 26 Nov. AVN .- Um grupo de ambientalistas de cinco países
denunciou, nesta sexta, no Equador a petroleira British Petroleum (BP),
pelo derramamento de cinco milhões de barris de petróleo, ocorrido em
abril passado no Golfo do México.
A  denúncia foi feita perante a Corte Constitucional equatoriana
pelos ambientalistas Vandana Shiva (India), Nnimmo Bassey (Nigéria),
Cecilia Cherrez (Equador), Ana Luz Valadez (México) e Alberto Acosta
(Equador), estes lideram várias organizações ecologistas em seus
respectivos países.
Segundo o texto da demanda, esta ocorreu no Equador, porque
este é o “único país que reconhece o sujeito natureza e seus direitos
na Constituição”, informou a agência Xinhua.
O derramamento afetou a costa dos Estados Unidos no Golfo do México,
após a plataforma Deep Water Horizon, que perfurava un poço
para BP, explodir, onde também morreram 11
trabalhadores.
A demanda é inédita, pois se trata do primeiro caso que se
apresenta no mundo contra uma companhia, por violar os direitos da natureza.
A ativista colombiana Diana Murcia afirmou que os demandantes
pedem que “BP e as petroleiras se abstenham de continuar as
explorações em águas profundas”, e exigiu que os Estados Unidos reestabeleça a moratória contra a exploração no Golfo do
México.
Além disso exigem que a companhia repare os danos causados pelo
derramamento e que deixe no subsolo uma quantidade equivalente ao óleo derramado.
“O dinheiro não pode pagar este desastre, queremos que a BP deixe
represado uma quantidade de óleo cru equivalente ao derramado”, disse Murcia aos jornalistas.
O nigeriano Nnimmo Bassey, presidente de Amigos da Terra
Internacional,
expressou que a demanda é o primeiro passo para lograr
processar a  firma petroleira, a qual, a seu juízo, podia ter evitado
o derramamento se tivesse tido um plano de ação para este tipo de
situação.
Bassey destacou que feitos como esse “não podem ficar impunes”,
pelo que  planteou a criação de uma “Corte Internacional” para os
crimes contra à natureza.
A demanda, com a qual buscam criar  um precedente, é apoiada por
várias organizações ecologistas e líderes indígenas, os quais subscrevem
o documento.
A ação apresentada à Corte Constitucional equatoriana aguarda a “aceitação” dos magistrados deste Tribunal, para
iniciar o proceso contra a BP.
22:34 26/11/2010
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Abaixo em espanhol:
La petrolera BP, demandada en corte de QuitoAyer en la mañana. Alberto Acosta y Vanda Shiva ( traje verde) fueron
parte del grupo de activistas que presentaron la causa. Julio

sábado 27/11/2010

‘Impotencia’, dijeron sentir Vandana Shiva y Nnimo Bassey, ganadores del
premio Nobel Alternativo, en 1993 y 2010, respectivamente.
La activista hindú y el ecologista nigeriano viajaron hasta Quito para
asistir a las jornadas por los derechos de la naturaleza, organizadas
por el Instituto de Estudios Ecologistas del Tercer Mundo, que se
realizaron entre jueves y viernes en la Facultad Latinoamericana de
Ciencias Sociales (Flacso).
/Cifra
USD 135 millones .cada seis meses perdería México al frenar la
explotación de crudo.
/Ayer, ellos dos, junto a los miembros de Acción Ecológica Ecuador y
representantes de organizaciones ecologistas de México y Colombia,
presentaron una demanda en defensa de los derechos del mar y en contra
de la empresa petrolera transnacional British Petroleum.
Alberto Acosta y Vandana Shiva
La acción se dio por el derrame de cinco millones de barriles de crudo
que se produjo el pasado 20 de abril en las aguas profundas del Golfo de
México. Y lo hicieron en Ecuador porque en sus países no existen leyes
que defiendan a la naturaleza.
Según el documento presentado por los activistas, pese a que la mancha
de petróleo se hundió en el fondo del océano, el foco de contaminación
es de larga duración y de alcance global.
“Apelamos al principio de jurisdicción universal que consta en el
art.426 de nuestra Constitución”, dijo Blanca Chancoso, activista
kichwa. Esta normativa permite a cortes nacionales juzgar situaciones
que ofenden la conciencia de la humanidad .
Por su parte, Patricio Pazmiño, presidente de la Corte Constitucional,
afirmó que este caso constituye un desafío para el sistema de justicia
del Ecuador. “Se trata de un caso sin precedentes, único en su género.
En primera instancia, este proceso irá a una Comisión de Admisión”.
Cecilia Cherres, presidenta de Acción Ecológica, explicó que el objetivo
de esta demanda no es obtener una indemnización económica. “En este
documento renunciamos a toda transacción económica, eso no reparara el
daño que se causó a los ciclos naturales del mar”.
El propósito de esta acción es exigir a los gobiernos y a las petroleras
que se deje el crudo en el subsuelo y se incorpore el tema de los
derechos de la naturaleza a las leyes, comentó Ana Valdez, activista
mexicana.
A la presentación de la demanda en la Corte en Quito, también asistió el
ex ministro de Energía, Alberto Acosta.

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